CONCILIANDO CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL COM A MATERNIDADE DA MULHER CONTEMPORÂNEA. CUIDANDO DA DIMENSÃO PESSOA EXISTENTE EM CADA MÃE
terça-feira, 15 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Quando casar sara…
Semana passada fui convidada para conversar com um grupo de mães no período do pós-parto e o tema era volta ao trabalho. Tema cheio de expectativas. Ficou claro desde o inicio que existe todo tipo de mãe: mãe que não quer nem ouvir falar em trabalhar fora (já tem trabalho bastante dentro de casa e está curtindo a pausa), mãe que vai aproveitar essa parada para dar uma boa reformatada na vida profissional e voltar de outro jeito, mãe que vai voltar para o mundo corporativo e tentar conciliar os dois mundos e mãe que vai voltar aos poucos, de uma forma mais orgânica, respeitando as suas necessidades e do bebê. Enfim, o publico era bem eclético, por isso não adiantava falar de um lugar só.
À medida que elas foram falando das questões que as afligiam, fui anotando alguns pontos que me pareciam relevante:
• Flexibilidade: como é importante nesse momento em que a mãe e o bebê ainda estão se conhecendo e se ajustando a nova vida. Não ficar preso a uma maneira de fazer as coisas e sim estar sempre aberta para o inédito dessa relação tão única e tão delicada.
• Ruptura: pilar importante da Mãe Pessoa, a maternidade é também uma morte e um renascimento. Com o bebê nasce uma mãe e com essa mãe nasce um mundo novo: um jeito diferente de ver as coisas, de se relacionar com as pessoas e com o parceiro e novas necessidades e prioridades. É preciso muita calma nessa hora.
• Planejamento: pode fazer uma bela diferença se você se planejar para a chegada de um filho. Não é garantia de nada, mas se você não é pega de surpresa na hora de tomar decisões importantes, com certeza o estresse vai ser menor.
• Cobrança: ah como as mães se cobram hoje em dia! Essa questão foi quase unanime!!! Mesmo que o parceiro esteja dando conta da parte financeira a mulher hoje não se permite essa parada na vida profissional. A pressão interna é muito grande para voltar a ativa o quanto antes.
Sinceramente, a minha vontade era falar para elas não se apressarem e se permitirem viver a maternidade menos divididas entre o mundo lá fora e esse bebezinho que precisa tanto delas. Mas como profissional não falo desse lugar, falo do lugar do respeito à decisão de cada uma e do acolhimento das diferentes realidades. Sei que muitas não podem ou não se permitem essa entrega absoluta a esse momento de fusão total com seu bebê. Até porque não é uma experiência para todas; remete a questões muito primárias de amor, devoção, entrega e dependência. Respeito acima de tudo a biografia pessoal de cada mãe. Mas o que eu vi naquela tarde foi a expressão do amor na sua forma mais pura e singela. Todas sem exceção estavam totalmente enamoradas de seus bebês e o amor materno se revelava sublime naquela tarde quente e chuvosa de Janeiro. Sai com a certeza de que cada uma daquelas mães ia tentar fazer o melhor que puderem nessa transição do pós-parto para a realidade da vida da mulher pós-moderna. Infelizmente, os sofrimentos, as feridas e os traumas vão ser inevitáveis, mas com uma boa dose de amor até casar sara…
Tania Novinsky Haberkorn
postado no www.institutodoamor.com.br
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Nova Data Para a Palestra na Casa Moara!
A Casa Moara,
em parceria com o Instituto Mãe Pessoa,
tem o prazer de convidá-los para a palestra
“DESAFIOS DE TER FILHOS NA
PÓS-MODERNIDADE”
Com as psicólogas
Sheila Skitnevsky Finger
& Tania Novinsky Haberkorn
*
Data: dia 13 de Outubro de 2010 • Horário: 20:00h
Local: Casa Moara, à Rua Guararapes, 634 – Brooklin - SP
Mais informações: contato@maepessoa.com.br
Sua presença engrandecerá o evento.
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Nova Parceria da Mãe Pessoa: Builders Escola Bilingue
domingo, 29 de agosto de 2010
Mãe Pessoa na Casa Moara
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
A Casa Moara,
em parceria com o Instituto Mãe Pessoa,
tem o prazer de convidá-los para a palestra:
“DESAFIOS DE TER FILHOS NA
PÓS-MODERNIDADE”
Com as psicólogas
Sheila Skitnevsky Finger & Tania Novinsky Haberkorn.
Data: dia 28 de Agosto de 2010 • Horário: das 10h30 às 12h30
Local: Casa Moara, à Rua Guararapes, 634 – Brooklin, São Paulo.
Mais informações: contato@maepessoa.com.br
Sua presença engrandecerá o evento.
Haverá sorteio patrocionado pelas lojas Maria Barriga
quinta-feira, 29 de julho de 2010
“O Estranho em Mim”
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Você acha que está preparada para ser mãe?
TESTE
Tente responder com sinceridade se concorda ou não com cada uma das reflexões abaixo, e se reconhece nelas, ou não, alguma importância para a experiência de ser mãe. Para cada alternativa, marque SIM, NÃO ou TALVEZ.
24/05/2010
Eu comigo:
a) Sei me posicionar diante do que preciso e desejo, mas também sei ser flexível diante das dificuldades e impossibilidades.
b) Estou preparada emocionalmente para me colocar em segundo plano e mudar minhas prioridades. Entendo que tudo poderá ser transformado a partir da experiência de ser mãe.
c) Meus projetos pessoais e profissionais talvez precisem ser repensados. Quando o bebê chegar vou precisar tratar, de forma diferente, questões como tempo, dinheiro, planejamentos e assim por diante.
Eu e o bebê:
a) Estou preparada para ser um modelo de pessoa para meu filho.
b) Já entendi que a relação com meu bebê me modificará de maneiras que ainda nem consigo imaginar, mas sei que fará me rever e me reinventar enquanto mulher e ser humano.
c) Ser uma boa mãe não é ser perfeita nem o tempo todo presente. Quero saber dosar o tempo (com qualidade) que vou destinar ao meu filho, aos meus relacionamentos e a mim mesma.
Eu com meu companheiro:
a) Nossa relação conjugal é firme o suficiente para sobreviver ao inevitável bombardeio causado pela chegada dos filhos.
b) Estamos cientes de que as privações de sono e o cansaço físico minarão nossa harmonia sexual e conjugal (pelo menos temporariamente).
c) Sabemos que o casamento não necessariamente determina as mudanças em relação à forma como vivemos nossas vidas, mas que a chegada dos filhos causa a necessidade de nos responsabilizarmos de verdade.
Eu com os outros:
a) Tem alguém, na minha rede de relacionamentos, que está disposto a me aceitar, a não me julgar, a me ajudar, e é flexível entre o apoio que me oferece e o que de mim recebe.
b) Tem alguém (parceiro ou pessoa próxima) que está pronto para tentar me compreender e me ajudar a aceitar as mudanças físicas, biológicas, hormonais e psicológicas.
c) Todas as relações humanas são ditadas por contratos sociais, ora verbais ora não verbais. Em qualquer relacionamento mais intenso, há que se reconhecer e priorizar o que precisamos, analisar se estamos pedindo para a pessoa certa, e comunicar o que esperamos, com abertura para ouvir o outro e ser flexível. Geralmente consigo me comunicar bem sobre o que e como espero ser ajudada.
Eu e o mundo:
a) Meu trabalho e minhas prioridades profissionais talvez sofram modificações, pelo menos temporariamente, e aceito que o meu foco mude, enquanto for necessário.
b) Se preciso for, em prol da minha relação com meu filho, posso examinar outras oportunidades e possibilidades de projetos – pessoais ou profissionais.
c) Estar no mundo tem tanto a ver com minha carreira, quanto com outras atividades que vão além do cuidado do bebê.
Como calcular:
Marque 2 pontos para cada SIM, 0 ponto para cada NÃO e 1ponto para cada TALVEZ. Depois, some os pontos e confira o resultado. Mas, lembre-se: este teste é apenas um indicativo de que algumas coisas precisam ser levadas em conta. Por isso, é importante refletir melhor sobre as questões marcadas com oNÃO e o TALVEZ.
Resultados:
Sim (22 a 30 pontos)
Tudo indica que você está bastante consciente sobre o que a chegada de um bebê pode acarretar na sua experiência pessoal, na sua relação conjugal e com os outros, e está aberta para as acomodações que provavelmente serão necessárias. Mesmo assim, saiba que tudo pode ainda vir a ser diferente do que você imagina. O importante é lembrar que você não precisa fazer tudo sozinha. Informe-se e lembre-se de compartilhar as delícias e os desafios com pessoas que possam te apoiar.
Talvez (10 a 21 pontos)
Parece que você já tem alguma ideia das possíveis dificuldades desse processo de virar mãe. Mas há ainda algumas questões importantes que talvez não tenha considerado. Olhe com mais atenção para as reflexões nas quais você marcou “não”, e tente visualizar melhor o que está faltando para que haja espaço e estrutura para a chegada de um bebê.
Não (0 a 9 pontos)
Calma, vamos lembrar que nada disso quer dizer que você não está preparada, ou que não nasceu para isso. É bem possível que você nunca tenha levado em conta aspectos mais reais e, talvez, dolorosos da experiência de ser mãe. Mas ainda dá tempo de se preparar com mais objetividade. Converse com outras mães, leia livros, revistas e, se preciso, procure profissionais especializados, como psicólogos, doulas, pediatras ou obstetras.


